Labirinto bom
Esse filme, O Labirinto do Fauno, está em cartaz no velho cineArte, hoje cineBombril, em Sampa. A projeção é das melhores. O filme é excelente. Bom proveito e apreciem as photos.



Mais detahles em Laberinto del Fauno, no www.is.imdb.com.
Bom 2007 para meus zero leitores.

Laberinto del fauno
Grande e imperdível filme, com atuações impecáveis e sem ex-mulheres de jogadores de futebol.
Lixo safardana
Era o que faltava! Porque uma senhora se mostrou safardando numa praia qualquer, sem-vergonhice passível de crime no Brasil, estamos agora sem os bons clipes de cinema disponíveis no Youtube.com. Grandes merdas!
O bom e velho (como eu) Brian De Palma

Fiquei feliz vendo A Dália Negra (The Black Dahlia, 2006), do Brian de Palma. Um "film noir", sem os Warners economizando energia elétrica. Um "film noir" colorido.
Um filme bem razoável. Ví no Bristol 6, e há pouco no cine Brombril 01, no antigo cine Arte. A novidade, e recomendo: No Bombril o filme está correto, correto-foco! E não percam o garoto de Lange (k.d.lange) cantando Love For Sale, do bom e velho Cole Porter.


Mia Kirshner faz a Dália de meia rasgada. Imperdível.
20 aninhos de Blue Velvet
Veludo Azul, de David Lynch, é uma festa que nunca termina. Afinal, o filme está rolando há vinte aninhos e ainda vale uma releitura.

Aqui, uma cela deletada do filme.
Dennis Hopper e Isabella Rosselini são só um pouquinho do elenco, que tem Kyle MacLachlan, alter ego do diretor, posando de inocente.

Hopper e La Rosselini.
Para encerrar, mais uma imagem. Blue Velvet no Mac.

Não conhece o filme? Pois bem. Rola do SBT à TNT, só para baratear a dica.
Pocalípes
Que delícia rever Apocalypse Now, now Redux, um dos meus filmes impossíveis preferidos.

Dennis Hopper.

Harvey Keitel expulso na primeira semana e Martin Sheen enchendo a cara dois dias seguidos para cortar a mão quebrando o espelho - e abrindo o filme.
O tufão que destruiu o cenário e os helicópteros de Ferdinand e Imelda Marcos enfrentando a guerrilha filipina justo quando Vittorio Storaro encontrava a luz correta para a rodagem. E o filme 800 ASA com tio Brando vivendo no escuro o grande Kurtz.

Tio Brando. Oops! Uncle Kurtz.


Mais detalhes (in english, not my fault) em

http://filmsite.org/apoc.html.
Marilyn Monroe
Nome: Norma Jeane Mortenson
Também conhecida como: Norma Jeane Baker

Data de Nascimento:1º de junho, 1926
Local de Nascimento: Los Angeles, California
Data de Morte: 5 de agosto 1962
Local de Morte: Brentwood, California
Túmulo: Corridor of Memories, nº 24, em Westwood Memorial Park em Los Angeles, California

(Foto: Bert Stern)

Altura: 1,67m
Peso: 63 kg
Medidas: 93-58-91 (de acordo com o estúdio); 88-58-88 (de acordo com o costureiro)
Cor do cabelo: Loiro
Cor dos olhos: Azul

Colégios: Van Nuys High School; University High School
Ocupação: Modelo, atriz e cantora


(Montagem: Saskia-de-Boer)

Mãe: Gladys Baker
Meio irmão: Hermitt Jack Baker
Meia irmã: Berniece Miracle

Casamentos: Jimmy Dougherty (1942-1946); Joe DiMaggio (1954); Arthur Miller (1956-1961)
Enteados: Joe DiMaggio Jr., Jane und Robert Miller

(do site www.marilynmonroe.com)
Bloco na Rua
Sérgioo Sampaio, filho do maestro Raul Sampaio e de dona Maria de Lourdes,
está em três clipes disponíveis no http://youtube.com/results?search_query=s%C3%A9rgio+sampaio&search=Search.
Raulzito, amigo dele, está, também,
bem vivo no www.youtube. Use a busca e...Zás!

Charge divertida do Serginho que encontrei no ilustrando.zip.net.
Pesquisem o Raulzito também. E o Jobim, e a Ella, e a Bardot,
e o diabo a quatro, nos "search images" da vida...
O ataque da mulher de 15 metros
Foi há um bom tempo, em 1958, que o diretor Nathan Juran (creditado como Nathan Hertz) lançou esse clássico dos filmes B, Attack of the 50 Foot Woman, estrelado por Allison Hayes (que morreu em 1977 aos 47 aninhos de idade). O filme volta e meia aparece nos American Free TV, aqueles canais de filmes disponíveis na Internet. Mas esse post é para publicar aqui o cartaz do B-movie, considerado um dos mais ridículos entre os Vintage Ads do site www.eatliver.com.

Nancy Fowler Archer (nome da personagem) cresce após encontrar uns ETs, e passa a se vingar dos que a aborreceram - começando pelo marido.
Glenn Ford
Aos 90 anos de idade, lá se foi o canadense Glenn Ford, que sofreu alguns ataques do coração nos anos 90, mas atravessou a virada do milênio. O coração fraquinho impediu que fosse a uma bela festa em sua homenagem, no último primeiro de maio, no Grauman's Egyptian Theatre - onde compareceu, digamos assim, num depoimento em vídeo dizendo "I wish I were up and around, but I'm doing the best that I can.... There's so much I have to be grateful for."

Glenn Ford e um simpático coadjuvante.

Foram 85 filmes (109, contando os TV movies) com o velho Gwyllyn Samuel Newton Ford - que morreu esta semana em Beverly Hills, Califórnia -, em 53 anos de carreira. Ele foi casado com Eleanor Powell entre 1943 e 1959, e dessa união surgiu o filho Peter. Depois, vieram as esposas Kathryn Hays - por pouco tempo -, e Cynthia Hayward, então 32 anos mais nova, modelo de quem se divorciou em 1984. Que descanse em paz, o astro Gwyllin.
O quê? Gilda? Tá bom, mais uma foto então, do sempre boa-praça Ford com Margarita Carmen Cansino, ou Rita Hayworth, refaturando o sucesso do filme de Charles Vidor (de 1946) em Affair in Trinidad (1952), de Vincent Sherman.

Mais Margarita (ela também merece) do que Glenn em Affair in Trinidad.

Goowy
Esbarrei com o Goowy lendo o Prazer de Ponta da Carta Capital, boa revista nacional, e a rima é casual. Como uso e-mails do Uol e do Yahoo (esse, de há 15 anos, quando Internet era novidade e eu trabalhava na TV Cultura de São Paulo, uma emissora de qualidade em meio a tanta bobagem. O do Uol só tem uns doze aninhos), preciso que meus zero leitores saibam (zero no plural!), que há um amamericano@goowy.com.


Mas o Goowy é muito bom. É como um savethis.com, só que bem compatível com os Mac OSX. Experimentem mesmo usando Windows, que dá (muito) certo. E entrem em contato, ok?
Pandora
Tenho 54 anos de vida e lia Ray Bradbury e Robert Anson Heinlein aos 13. Mas nunca, nunquinha, a literatura anunciou que haveria isso, a Internet.
Pois bem, experimentem agora um novo cantinho de música na web. Quem usa Mac, como eu (modéstia fora!) desfruta das rádios do ITunes, mas Mac parece ser mania de poucos. Portanto, visitem Pandora (http:\\www.pandora.com) e criem vossas rádios virtuais sem pagar nada.

Logo do Pandora.com.

Vão lá e depois me contem. Como fã de jazz e tendo Duke Ellington como Deus (Cole Porter é seu profeta), cliquem lá pensando no mestre e ouçam o melhor de Duke e assemelhados (Ray Anthony, for example).

Duke, genial.

Vamos lá, zero leitores. Pandora já!
Benshi no México
Fenômeno único do Japão, é como o benshi é descrito na apresentação do projeto The Grey Automobile, que se encontra no site http://www.arts-history.mx. Aqui o benshi é apresentado como uma forma interdisciplinar de arte, por reunir cinema, teatro e música. O nome do projeto é o mesmo do filme mexicano El Automóvil Gris, ou O Automóvel Cinza, de 1919, agora apresentado com a participação de dois benshis, os atores Enrique Arreola e Irene Akiko Iida, e do pianista Ernesto Gomés Santana. O filme faz a linha cinema verdade e conta como o inspetor Manuel Cabrera (que interpreta, digamos assim, a si mesmo) capturou uma gangue que em 1915 deixou de cabelos em pé os habitantes da hoje gigantesca Cidade do México. E inclui cenas reais da execução de dois criminosos. A idéia do projeto dirigido por Claudio Valdés Curi é juntar a tradição japonesa à espontaneidade mexicana, em busca de algo "universal".

Enrique Arreola e, na tela, El Automóvil Gris.
São Tarkovsky
Segundo longa-metragem (e quarto trabalho de direção) do cineasta russo Andrei Tarkovsky, filho do poeta Arseni Tarkovski, muitas vezes citado em seus filmes, A Infância de Ivan (Ivanovo detstvo, 1962) é uma das poucas obras cinematográficas que mantém sua surpreendente textura mesmo em DVD projetado na tela do Cine Olido aqui em Sampa. Textura que embriaga no balé da câmera subjetiva de Vadim Yusov entre as árvores, algo entre Ingmar Bergman e Stanley Kubrick, no filme definido por Jean Paul Sartre como "surrealismo socialista".

Cenas de A Infância de Ivan.

No livro Quero Minha Mãe (Record), a escritora mineira Adélia Prado cita o filme logo no começo, ao descrever a personagem Olímpia como uma mulher dividida entre o que deveria ter feito e o que quer fazer. Ela inveja o menino Ivan, que movido pelo ódio aos nazistas que eliminaram sua família exige participar da Segunda Guerra Mundial como um adulto, mas também como um destemido radical.
Andrei Tarkovski

A Infância de Ivan é Cinema em estado puro, e isso não é pouca coisa. Ainda bem que Tarkovski (1932-1986), formado em Geologia, resolveu mudar de profissão, dirigindo onze e roteirizando 13 filmes. No final de dezembro de 1986, quando seu último longa, O Sacrifício, foi exibido no extinto cineclube Bexiga, no dia em que soubemos de sua morte, já havia quem, na fila, falasse em São Tarkovsky. É hora de canonizar.
Memórias Póstumas
A fotografia de Pedro Farkas é uma das boas coisas de Memórias Póstumas de Brás Cubas (2001), filme de André Klotzel que recria o livro de Machado de Assis, onde um morto conta "com a pena da galhofa e a tinta da melancolia" memórias "trabalhadas cá no outro mundo". O filme que já existe em DVD foi exibido no CCSP em cópia muito bem cuidada da Cinemateca Brasileira, e tem Reginaldo Farias como o protagonista também vivido por Petrônio Gontijo, que encarna o Brás Cubas quando jovem. No Internet Movie Database (www.us.imdb.com), Memórias Póstumas tem cotação 8,2 - média dos votos de 130 usuários do site.

Petrônio Gontijo, o Brás Cubas jovem, e Sonia Braga como Marcela, um amor de juventude.



[ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL , Sudeste , SAO PAULO , VILA MARIANA , Homem , de 46 a 55 anos , Portuguese , English , Livros , Cinema e vídeo , Internet
Outro -

 
Visitante número: